por Cesar Costa
O coração quebrou, perdeu a bussola
Segue sem direção, vaga perdido
Rumo cego levou, sem dar a bola
Atônita razão, rumo cedido
Náufrago coração, refém da dor
Sofre pelo destino seu, encontrado
Foi temido, por teu dominador
Eis chorando canção deste pecado
Tomara busca tenha boa sorte
O peito, a vislumbrar a dor ter fim
Levando sina, rumo encontro morte
Feliz tal qual um belo serafim
Traz esperança, como seu consorte
Firme convicção, qual forte marfim
Cesar Costa
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Neste espaço espero colocar meus textos, sejam poesias, mensagens, desabafos, ou o que vier na mente. Sentir nos meus visitantes a bordo suas opiniões, poemas, textos e criticas. Mas acima de tudo, espero ver tanto nos meus textos quanto nos dos visitantes nesta embarcação virtual apenas um pré-requisito: HONESTIDADE!
O que for feio será feio e o que for bonito será bonito!
Deixe um OI se sua inspiração se resumir nisto, reescreva os Lusíadas se sua inspiração chegar a tanto... Pensando bem! Os Lusíadas é meio grande, sejamos mais modestos e reescrevamos um poema épico menor para deixar espaço para outros escritos.
Aqui começa o Diário de Bordo deste cruzeiro virtual e quem traça o roteiro desta viagem somos nós!
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