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Mostrando postagens de agosto, 2017

PHOENIX

por Cesar Costa Quanto medo há de sentir  na ânsia de se esconder  na escuridão e não se encontrar Quanto tempo há de perder  na esperança se descobrir  no reflexo e não sonhar Ainda que ouvisse a canção da liberdade,  não ouvirias a liberdade; Ainda que visse o desabrochar do vosso desejo,  não comerias teu fruto; Nem saberias da eterna troca  onde cada dia de vida  nada mais é que uma lição de verdade. Quanto barulho há de ouvir  no silêncio de se viver  na solidão e não fugir Quanta loucura há de existir  na experiência de se olhar  no espelho e não se ver Ainda que ela falasse a língua dos anjos e dos homens,  em nada iria valer, por não haver amor; Ainda que tivesse as asas dos pássaros,  em nada teria sentido, por não saber voar; Nem saberias dos motivos do criador da vida  onde o próprio sol  muito mais é que uma tocha para esquentar e iluminar. Em todo caso...

MIL PEDAÇOS DE LEMBRANÇAS

por Cesar Costa Tempo demais,  depois do que houve,  mas se feriu a você,  feriu também a mim.  Tudo que sei  é que não estamos bem,  mas não importa  o que dizemos do amor:  ELE DÓI! Um sonho que se desfaz  em mil pedaços de lembranças  que não mais colam  e não resultam em algo que pareça ter algum valor.  Amor ferido não se recupera de novo  se não for resultado de um novo amor:  SINCERO E MADURO! Tempo demais para tantas coisas  que jamais vai parecer  que o que já foi não volta mais,  e o mesmo, por mais saudade que traga,  já provou que não dá certo,  o que não pode ser reinventado,  não deveria ter sido inventado.

PEIXES NÃO MUDAM DE AQUÁRIO

por Cesar Costa palavras frias nascem no meio da noite,  vem das memorias,  vem do que somos,  vem de quem somos mas peixes não mudam de aquário,  sonhos não saciam desejos  e amores  não se satisfazem sem beijos sou quem sou,  mesmo com palavras frias,  mesmo com palavras quentes,  sou “EU” simplesmente

EU

Precisamos saber nos guiar Seguirmos os caminhos da razão Obtendo em um dia de fracasso, a vitória. Eu censurei nas noites de frio Teu calor intenso Recriminei nos momentos de barulho O teu silencio Chorei nas notas da solidão Tua presença. Aprendo agora com meu erro E digo, depois de tudo que passei: - Estava errado. Mas como em tudo O hoje é a solução Fico crendo num ideal maior Crendo na força do amor E, por fim... Simplesmente crendo em ti!