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Mostrando postagens de dezembro, 2016

ANO NOVO, NOVOS TEMPOS

por Cesar Costa O ano findado,  fim de mais um,  final de ciclo,  fim de era... Terminado o tempo,  proezas no fim,  encerram-se atos,  terminam os fatos... Refletir faz aprender,  aprendizado faz melhoras,  melhorias trazem aprimoramentos... Que venham novas primaveras,  novas quimeras,  novas novelas... Ano novo,  velhas reflexões,  novas chances!

POESIA DO FIM DE SEMANA

por Cesar Costa Que jamais deixemos de navegar nas experiências desta vida. E nossos finais de semana sejam como um cais, e como qualquer cais, sempre foram e sempre serão uma pausa, um breve momento de descanso, uma utopia presa pela tênue corda de uma âncora que jamais se fixará. E toda segunda retomamos a navegar rumo as nossas obrigações e nossas vidas... Espero que neste final de semana, ao ancorar no cais, tenha descanso e felicidade, para renovar suas forças, para lutar, e sua beleza, para florir o mundo e sua volta...

RESGATE DE UM HOMEM AO MAR

por Cesar Costa Nesta feita, fui ao mar a triste missão de analisar, identificar as razões e tentar localizar uma vida humana... Mesmo diante de muito esforço, fica a sensação de pouco fizemos se o final não foi pelo menos a solução de todos os dilemas envoltos na busca... Buscamos um pequeno detalhe que fosse, cientes que para um homem sedento, uma gota d’água é como um lago. Espero que Deus cuide desta alma e console todos aqueles que o amaram nesta vida!

FINAL DE MISSÃO

por Cesar Costa Depois de estar demasiado tempo a navegar, viajando, caminhando através do tempo, no oceano perdido, na solidão. Finalmente, finalizo a missão! Chegou, enfim, a hora de voltar com minha nau, navegando pela aurora no retorno ao meu porto. Que hoje, nosso sorriso seja uma ponte para encurtar nossa volta e que nossa determinação seja o suficiente para alimentar nossa paz interior, com energia suficiente para refletir em todos que por nossa vida passarem!

MAR DA SAUDADE

por Cesar Costa Saio de um mar profundo,  que eleva suas ondas e saúda as estrelas  que no céu brilham a iluminar nossas noites.   Nas brancas areias da praia  se espalha como em nossas preces,  enaltecendo a vida farta e harmoniosa  que em nossos corações habita.   Nos rochedos se espalha a espuma borbulhante  como um sinal de paz, com suas águas multicoloridas,   refrescando o voo das gaivotas,   nossas doces companheiras,   que de nossos sonhos se alimentam.  Vem qual a saudade em que nasce esta poesia,  como o sopro que assanha os nossos cabelos,  como uma fina chuva  que imperceptível nos encharca  enquanto aguardamos o destino  que demora chegar!