por Cesar Costa
Armas a postos,
sem rostos,
todos em guerras que duram eras.
A política de armar para matar
e deixar os dois lados morrer.
Tensão e corrupção sem razão,
real emoção,
comprar para não morrer,
vender para sobreviver
Lente tensa,
tiros de todos os lados,
lados fortes,
lados ralos,
poder em porta-retratos
Sem voz,
os fracos calam,
panelas calam,
o silêncio tem voz
Justiça tendo lado e rosto,
seu gosto é desgosto
Armas em guarda,
sem mágoas,
guerras pedem tréguas.
A política une os lados opostos e deixa ambos viver,
Cesar Costa
...
Neste espaço espero colocar meus textos, sejam poesias, mensagens, desabafos, ou o que vier na mente. Sentir nos meus visitantes a bordo suas opiniões, poemas, textos e criticas. Mas acima de tudo, espero ver tanto nos meus textos quanto nos dos visitantes nesta embarcação virtual apenas um pré-requisito: HONESTIDADE!
O que for feio será feio e o que for bonito será bonito!
Deixe um OI se sua inspiração se resumir nisto, reescreva os Lusíadas se sua inspiração chegar a tanto... Pensando bem! Os Lusíadas é meio grande, sejamos mais modestos e reescrevamos um poema épico menor para deixar espaço para outros escritos.
Aqui começa o Diário de Bordo deste cruzeiro virtual e quem traça o roteiro desta viagem somos nós!
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