Pular para o conteúdo principal

MONA LISA DOS PINCEIS DA ALMA


por Cesar Costa

Algumas coisas no mundo eu elogio,
como sua beleza,
outras que vejo e não acredito,
chega sai ate gaguejos por tamanha perfeição,
outras são tão perfeitas que calo a boca.
Porque não importa o que eu diga
seria um insulto a você,
pois não inventaram palavra capaz de definir tamanha beleza.

A perfeição de uma poesia que tenta traduzir tua beleza,
melhor seria eu admitir
que na verdade a perfeição da tua beleza
que eleva minha inspiração
que tenta expor em poemas
aquilo que em ti vejo...

Nenhuma inspiração poética
nasce sem a graça do efeito de uma musa...
Tua beleza fez o encanto,
meu coração de poeta tentou traduzir em palavras
aquilo que meus olhos enxergam...

Em minhas mãos sinto falta dos pinceis da alma,
aqueles que traduzem o encanto dos olhos
e revelam a alma de uma verdadeira Mona Lisa...
Posso não ser o Leonardo da Vince,
mas és para mim a mais bela entre todas as obras primas!

Tua beleza, às vezes,
me pega mesmo de jeito,
privilegiada pela natureza,
teus traços parecem ter sidos desenhados pelo vento.
Tua imagem vence a palavra,
me dá um arrepio
ou algo que assim pode ser descrito,
mas não consigo exatamente expor.
 Ainda assim me arrisco,
digitando para fazer afagos, carinhos...
Por isso te peço,
trate de abrir a janela,
deixa sair o teu melhor sorriso,
pois o mundo agradece se tornar ainda mais bonito graças a ti.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

SÓ UMA CHANCE

por Cesar Costa Você não vê, Nada em mim mudou Sua falta, mal me faz Cada vez que olho Ainda está em mim Pode ser que seja só minha dor Me trazendo delírios Mas preciso te dizer agora Você é a mulher do meu coração A que mexe comigo Não me leve a mal Só peço que me dê a chance Sei tudo parece estranho Por tudo que a falta faz Só te peço que me dê a chance O destino nos separou uns dias E ficamos com a solidão Trazendo à tona os problemas E as noites com o frio Só uma chance para me conhecer Saber que não sou assim Não quero imaginar ficar sem você Você é a mulher do meu coração A que mexe comigo Não me leve a mal Só peço que me dê a chance Sei tudo parece estranho Por tudo que a falta faz Só te peço que me dê a chance Vejo a falta que você me faz Vejo que tudo doe demais Uma doença abate o meu coração Ficar sem você, me deixa no chão Quero ter você sussurrando meu nome Te preciso, te preci...

O SONHO SÓLIDO

por Cesar Costa O sonho sólido, não nasce com a aurora, nem se apaga ao entardecer; é um universo interno, uma visão que resiste, não se dissolve em miragens ou rimas que ecoam vazias.   É a construção de um labirinto, onde cada passo ecoa, uma busca incessante, que exige mais do que intenções; é o suor da alma, o calor de mãos entrelaçadas, um esforço partilhado, uma sinfonia de corações.   Quando o sonho se materializa, não é um lamento solitário, mas um hino de vozes unidas, um abraço que se expande, fomenta emoções, enraíza-se em nosso ser, como raízes de árvores, firmes na terra do tempo.   É no encontro, na dança de dois seres, que o sonho se torna realidade palpável, um laço duradouro, onde cada suspiro é um eco da construção, onde cada olhar é uma promessa feita, onde a vida se transforma em poesia viva, escrita nas páginas do nosso existir.    

O CONTO DA PRINCESA SÁBIA

  O Conto da Princesa Sábia                                                                       por Cesar Costa H á muito tempo, em um reino distante, existia uma jovem princesa chamada Adelina. Ela era excepcionalmente inteligente e sábia, mas lamentavelmente, no reino dominado por tradições antiquadas, sua sabedoria era ignorada por muitos simplesmente por ser mulher. O Desafio da Princesa Adelina tinha um irmão mais velho, o príncipe Edmund, que ansiava pelo trono. Ele via a inteligência e a sabedoria de Adelina como uma ameaça à sua ambição. Determinado a minar sua irmã, ele sabotava suas tentativas de se envolver nas questões do reino e constantemente tentava desacreditá-la perante o rei e a corte. Um dia, o reino enfrentou uma crise terrível, e o rei, desesperado por ...